Compartilhando Misericórdia

Mateus 9.9-13

“Pois eu não vim chamar os justos e, sim, os pecadores ao arrependimento.” Mateus 9:13

 

Na Palavra

O quanto somos parecidos com nosso Mestre em consideração? Somos mais zelosos com nossa reputação do que com Suas ovelhas perdidas? Com quem temos nos associado? Se tivessemos presenciado esse banquete na casa de Mateus, teríamos reagido como os fariseus ou como o Salvador? A resposta para essas questões nos dizem se esquecemos ou não de onde viemos.

Jesus está com Coletores de impostos – Traidores para os judeus, parasitas e mercenários. Ele também andou junto de prostitutas e outros personagens detestáveis, tanto que ele foi acusado de glutonaria e bebedeira. Por que o Messias permitiria que sua reputação fosse tão ofuscada? Por que o Evangelho foi feito para pessoas como aquelas.
E foi feito pra nós também? E quanto alguns de nós que não tivemos tais degradações em nossos passados? Aí está. Isso deve ser queimado fundo dentro de nós, e devemos ter cobrido bem, mas se nós não soubermos que está lá dentro, podemos nos tornar parecidos com os Fariseus à mesa de Mateus. Esquecemos que já foi ofensivo para Jesus se sentar conosco.

 

Na Prática

Qualquer pessoa que se horroriza com a depravação de outra pessoa não entende o Evangelho. A ordem para entendê-lo, é começarmos sabendo que somos todos filhos de Adão e, portanto, participadores na rebelião comum ao homem. Se essa rebelião se manifesta em uma pessoa como um assassinato ou egoísmo não importa – Tudo vem da mesma semente. Alguns pecadores fingem ser inocentes, mas a rebelião está dentro de todos nós. Saber disso não deixa espaço para mente farisaica – isso é jogado diante de nós, nos tornando gratos por sua Misericórdia. Conheça esse Evangelho de Misericórdia, prove-o, nunca esqueça-o. E apresente-o a outros.

“Misericórdia imita Deus e desaponta Satanás."
João Crisóstomo