Jesus e nossas necessidades

Marcos 8.29

“Mas vós, quem dizeis que eu sou?"

 

Na Palavra


Nós temos ouvido as respostas comuns para essa questão – Bom Mestre, Líder moral, Herói Trágico, Mártir bem-intencionado, etc. – e a maioria de nós tem as achado insuficientes.

Ele é o Messias, o Cristo, O Filho do Deus vivo. Levando-se em conta a testemunha das Escrituras e a fé que sustentamos, sabemos que isso é verdade. Muitos de nós tem proclamado isso claramente aos outros.

Mas nós devemos fazer a nós mesmos esta importante pergunta : Quem nós dizemos que Ele é? Talvez até uma questão melhor seja esta: Quem nós Realmente – do fundo dos nossos corações – cremos que ele é ?

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Jesus e nossas necessidades

Marcos 8.29

“Mas vós, quem dizeis que eu sou?"

 

Na Palavra


Nós temos ouvido as respostas comuns para essa questão – Bom Mestre, Líder moral, Herói Trágico, Mártir bem-intencionado, etc. – e a maioria de nós tem as achado insuficientes.

Ele é o Messias, o Cristo, O Filho do Deus vivo. Levando-se em conta a testemunha das Escrituras e a fé que sustentamos, sabemos que isso é verdade. Muitos de nós tem proclamado isso claramente aos outros.

Mas nós devemos fazer a nós mesmos esta importante pergunta : Quem nós dizemos que Ele é? Talvez até uma questão melhor seja esta: Quem nós Realmente – do fundo dos nossos corações – cremos que ele é?

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Testemunhas da Ressurreição

Lucas 24.44-49

“E lhes disse: "Está escrito que o Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia, e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas destas coisas.” Lucas 24.46-48

 

Na Palavra

Nos foi confiada a grande verdade que o mundo jamais conheceu. Os discípulos foram os primeiros ouvintes desta incrível comissão. No ápice da história, Cristo morreu e ressuscitou – a era da ressurreição tinha começado. O sistema sacrificial havia se cumprido, os pecados foram perdoados através dele, e o mundo todo era a platéia desta história. É uma história incomparável; nenhuma religião feita por homem jamais chegou a altura disto. Nenhuma outra teve como base a ressurreição para alicerce de seus ensinamentos. Os discípulos, como testemunhas, foram confiados como guardiões desta verdade.

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O prazer de Deus na persistência

Lucas 11.5-10

“Eu lhes digo: Embora ele não se levante para dar-lhe o pão por ser seu amigo, por causa da importunação se levantará e lhe dará tudo o que precisar.” Lucas 11.8

Na Palavra

“Bem-aventurados os humildes”, Jesus nos diz (Mateus 5.5). Mas existem circunstâncias nas quais ele nos chama a sermos importunos. Nesta parábola sobre persistência em Lucas 11, um homem busca a ajuda de seu vizinho a favor de seus amigos, batendo repetidas vezes na sua porta à meia-noite com um pedido incomum por pão. Em um tempo incomum e inconveniente para tal pedido. Mas devido a sua persistência, o vizinho respondeu.

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As primeiras coisas primeiro lugar

Mateus 6.25-34

"Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa?” Mateus 6.25; 34


Na Palavra

Se outras pessoas tivessem que calcular como investimos nosso tempo, ou o controle do canhoto do cheque, o que elas diriam sobre nossas prioridades? Elas diriam que o reino de Deus é nossa prioridade? Elas diriam que realmente conhecemos qual o significado da vida?

Nos disseram para não nos preocuparmos com o que iremos comer ou beber. Por que temos esta tendência? E porque Deus desviaria nossa atenção disso? A resposta para o primeiro porquê é que misturamos nossas prioridades. Passamos o nosso tempo tentando sustentar a nós mesmos para que experimentemos e desfrutemos da vida. Mas nunca saímos por aí experimentando ou desfrutando a vida, porque estamos gastando nosso tempo no sustento. Nossas prioridades estão erradas.

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